Posted by : Unknown quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Watashi-tachi-no-world-dayo
Olá, leitor! Sentiu falta da gente? Pois é! Acho que voltamos!... Ou quase isso. Não temos certeza.

De qualquer modo... Aqui é a Manu. Bora ler para escrever? \(^o^).
Bom, ultimamente, li alguns textos para refletir sobre algumas coisas na escrita de histórias e tomei atenção numa verdade inquestionável: uma história, sendo romance, drama, aventura, terror... Qualquer gênero, não terá  aquele valor único que faz com que as pessoas leiam páginas e páginas até não aguentarem mais, se não existir originalidade no contexto. Parece algo óbvio a se dizer, mas muitos por aí não se dão conta ou simplesmente não percebem que não bastam personagem lindos, determinados, traumatizados a respeito de algo, sofredores de algum tipo de T.O.C. (Transtorno Obsessivo Compulsivo) ou etc para se construir todo um universo ficcional que valha a pena ser explorado.
 Uma história, geralmente, não é muito sem enredo (há exceções...) ou, pior ainda, se ela for um plágio desgraçado de outra história, sem mencionar aquelas histórias 100% "clichê" (aquela trama automática que o menino camponês sempre tenta salvar o mundo com a sua espada, e não importando o quê, mesmo que  ele tenha medo, lutará sem hesitar e matará o monstro em três segundos), o que é claro que é impossível até na ficção. Vários romances e histórias de terror também podem se encaixar facilmente nesse tipo de previsibilidade. A lábia do Romeu nunca contou tanto assim. só funcionou porque as famílias se odiavam e  Sem mencionar que o tal do "querer, e não poder" funciona bem se a história for bem construída. 
Clichês: fuja deles ou os complemente. 
Ás vezes não nos damos conta, mas estamos escrevendo coisas que já foram pensadas, inventadas e até mesmo publicadas centenas de vezes, porém com algumas variações descartáveis. É realmente difícil pensar o que ninguém nunca pensou, pelo menos para várias pessoas. Se um enredo (sequência de acontecimentos da história) previsível é totalmente chato, imagine se os personagens ou todos os elementos da história também forem assim? Coque frouxo, fila para comprar café no starbucks e o valentão da escola com sua "matilha", como sempre. Você até pode criar uma trama a partir de assuntos muito comuns como o bullying, mas não se esqueça de adicionar o seu "elemento X". Se não há algo diferente, como uma abordagem mais aprofundada de determinada característica do personagem, uma narração diferente ou um grande etc, para fazer com que o leitor se interesse pelo seu texto... Acaba ficando sem graça. Não há mensagem de fundo ou nada que torne sua história uma "aventura".

Dicas de "elementos X"

 A magia da história para leitores e autores pode estar na dúvida, na ambiguidade, no não saber o que vai acontecer. Mas o importante, meus colegas, não é tanto o enredo, mas os elementos que o acompanham: personagens bem construídos, cenários reais (mesmo que seja o mundo das fadas, torne este lugar crível), conflitos profundos ("existenciais", sociais ou que afetam o psicológico do personagem como ninguém nunca imaginou). Seu personagem pode pensar diferentemente de como age. O cenário pode não ser o que parece, ou melhor, tudo pode ser uma metáfora, a história por inteiro pode insinuar um tema alternativo. Seu elemento X pode ser um "convite para pensar diferente" ou qualquer outra façanha. 
Liberte seus pensamentos, suas teorias, reflexões, afunde-se numa pesquisa para tornar tudo aquilo mais complexo (mas compreensível). 
Faça com que sua história se torne um mar profundo que a medida em que se mergulha em direção ao fundo, mais longe ou perto demais se parece estar dele, e, assim, mais se anseia para chegar lá.

Obs.: Não se esqueça também que história sem noção também não existe.  Até fadas tem lógica. Não escreva algo de um jeito tão louco que nem você consegue acreditar naquilo. Nesse caso, o truque é fazer o inacreditável possível na sua história. Seja convincente: os porquês da história estão na sua mente, desenvolva-os e os passe para os leitores, descrevendo, demonstrando ou deixando genialmente subentendido. Não precisa explicar porque as fadas são pequenas, mas porque elas vivem do jeito que vivem ou pensam do jeito que pensam provavelmente seja útil.

E por hoje é isso, caras almas vivas! Até a próxima postagem! Opiniões, críticas ou elogios... A caixa dos comentários está livre para vocês! 

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